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Como é evidente, quando pescamos com iscas artificiais, esperamos capturar, sobretudo, as espécies predadoras. Ao longo de todo o litoral, podemos pescar o ROBALO, a CORVINA, o PAMPO, a ENCHOVA, o SARGO, o CARAPAU, o BADEJO, a GAROUPA e outros mais.
Em condições normais, todos os peixes que anteriormente referi podem ser capturados na pesca com vara, a partir de praias, costões, e embarcado, com iscas artificiais flexíveis (pesca com borracha).
Volto a dizer : em condições normais; mas como na pesca tudo pode acontecer, nada nos garante que saia para a pesca de Robalo e pesque Enchova!
Depende sobre tudo das correntes marítimas, do tipo de comedio existente em determinada época do ano ou do tal aquecimento global do planeta?
De tudo um pouco, certamente!
Mas são todos estes fatores que fazem da pesca o esporte que tanto amamos.
Há, contudo, um peixe que durante todo o ano pode ser pescado de norte a sul do país: é o Robalo.
Excelente nadador e predador nato tonto no fundo à meia água ou na superfície da água, de elevado valor gastronômico, ele ocupa o lugar de honra nas nossas pescarias.
Pode atingir 1,20 m de comprimento e pesar cerca de 15 kg.
A sua reprodução ocorre entre os meses de Janeiro e Março.
Às vezes grandes exemplares podem ser capturados a 1 m ou menos de profundidade, até mesmo em praias rasas.
Costumamos dizer que o Robalo ataca tudo o que mexe: camarão branco do canal, caranguejos, lulas, vermes, pequenos peixes da própria ou de outra espécie e até iscas de plástico ou borracha! |
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Todo o pescador esportivo deve ter alguns conhecimentos sobre o comportamento e o tipo de alimento preferido (comedio) da presa que pretende capturar.
Isto é importantíssimo.
Assim, devemos conhecer os principais hábitos alimentares do peixe que procuramos e onde será mais provável encontrarmos tal "comedio".
Se houver alimento no nosso local de pesca (pesqueiro), é muito provável que por lá ande a caça da nossa presa.
Os predadores praticamente, só dependem a sua energia para se alimentarem e procriarem. Se no nosso pesqueiro nada houver que atraia o Robalo, pode ter certeza que ele dificilmente lá aparece e você corre o risco de "sair sapateiro".
Esteja muito atento a tudo o que o rodeia, principalmente ao que se passa no mar que tem à sua frente:
Um bando de aves marinhas alimentando-se em mergulhos contínuos significa, quase sempre, a presença de predadores no fundo, no meio ou na superfície da água. As ondas do mar quebrando num banco de areia ou cavando a praia, podem descobrir e arrastar vermes e crustáceos diversos que o Robalo tanto aprecia. Nas pedras e próximas de uma praia podem servir de refúgio a pequenos peixes e crustáceos.
O Robalo prefere águas bem oxigenadas, devemos procurar sempre as praias com bastantes ondas ou com bancos de areia. Quase nunca pesco em "fundões". Se próximo das praias existirem pedras submersas, esse será um ótimo pesqueiro por servir de abrigo a pequenos peixes e crustáceo.
Na foz dos rios, são também ótimos locais para a pesca do Robalo. Durante as marés os rios que desembocam direto no mar, sobem e descem, transportando bastante alimento, atraindo a nossa presa, em especial se existir nas proximidades um porto de pesca. Os restos procedentes das limpezas dos barcos costumam servir de engodo atraindo pequenos peixes e outros seres, de que o robalo se alimenta. |
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Neste tipo de pesca é o pescador que deve ir à procura do peixe e não o contrário.
Na nossa mão, somente a vara com o molinete.
Todo o restante da tralha deve estar contido numa pequena mochila ou no nosso colete. |
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Pessoalmente pesco sempre que posso!
No entanto a experiência diz-me que a pesca costuma ser mais produtiva em dias com marés de grande amplitude, ou seja, durante a lua cheia ou lua nova. Há mesmo pescadores que só pescam nestas marés.
É durante a madrugada e ao anoitecer que são efetuados as melhores capturas. Os dias de chuva e encobertos costumam ser proveitosos. Durante o verão é freqüente encontrar o Robalo caçando na superfície, em especial de madrugada e no final do dia.
No que toca a ventos, prefira o vento Sul ou Norte. Com vento Leste, não cace nem pesque, já diz o ditado.
Mas o método que quase nunca falha é termos dois ou três companheiros pescadores que nos avisam onde anda o peixe e quais as iscas que estão dando resultados!
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Convém recordar que neste tipo de pesca o conjunto formado pela vara e molinete deve ser o mais leve, resistente e equilibrado possível.
Podemos escolher ou dar preferência a varas telescópicas por ser fácil transportar, mas reconheço que as varas de 2 ou 3 partes são uma ótima opção.
Em seguida as principais qualidades que, uma vara deve ter para este tipo de pesca :
Dica de Vara
- Pessoalmente uso vara fina e leve de 3 partes de 3,60 m e 3,90 m, de carbono, encaixes reto, com 6 passadores e uma ponteira.
- São ótimas para meus lançamentos perfeitos acima de 80 m; com chumbada do tipo palheta número 3, de 90 g, ou bóia de arremesso de 80 g, mais a isca.
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- Deve ser leve de diâmetro fino
e leve, que não canse a mão.
- O seu comprimento entre os 3,60 m e 3,90 m e poder lançar até 150 g de peso, incluindo chumbada
ou bóia e isca.
- A sua ação deve ser média, ou seja, envergar até ao meio quando do lançamento.
- Deve possuir um bom conjunto de passadores para facilitar a saída livre da linha.
- As em fibra de carbono, são as ideais.
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- Para pescaria mais leve e lançamentos, perfeitos de até 80 m, uso varas finas de 2 partes de 3,30 m e 3,60m, de 30 libras, para lançar até 60 g de peso,
incluindo chumbada ou bóia e isca.
DICA DE TURBINAMENTO DE VARA DE 30 LIBRAS
- Para a vara ficar um pouco mais dura, diminui a minha uns 20 cm na ponta final, até o último passador. Antes a mesma tinha 6 passadores e uma ponteira, turbinada ficou com 5 passadores e uma ponteira de numeração maior, melhorando em muito meus lançamentos e recolhimentos bem melhor e rápidos.
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Sem dúvida que o molinete é o acessório mais usado.
As principais características que este equipamento deve ter para este tipo de pesca.
- Não ser muito pesado;
- Ser resistente;
- De recuperação rápida. |
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Multifilamento muito mais resistentes que o monofilamento de nylon, com diâmetros reduzidos, permitem lançamentos mais longos.
O mercado especializado possui diversas marcas, mas aquele que melhores provas tem dado é o "Whiplash" da empresa Norte Americana, "Berkley", disponível nas cores “smoke" e "flame green".
O diâmetro mais aconselhado para a pesca com borracha é o 0,17mm ou 0,21mm. |
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Este tipo de linhas tem evoluído bastante nos últimos anos.
Pessoalmente é a linha que eu utilizo nos meus molinetes.
As características que deve ter, em minha opinião, para o nosso tipo de pesca, são: |
- Ser bastante resistente a qualquer tipo de nó.
- Ter grande resistência à abrasão.
- Possuir pouca elasticidade e pouca memória.
- Ser de cor bem visível fora de água (laranja ou azul-escuro), para que possamos conduzir facilmente o aparelho de pesca pelos locais onde pretendemos corricar (entre pedras, por exemplo).
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Algumas iscas já são adquiridas com anzóis, mas quase nunca devemos usar com os anzóis originais.
Assim, podemos utilizar anzóis da "Mustad" ref: 533E, nº 3/0 e 2/0 para as iscas tubulares com o diâmetro de 7 mm e 6 mm, respectivamente, ref. 224N, nº 1, para os de 4 mm de diâmetro, e ref. 2316DT, nº 12 e 13, para todas as outras iscas (veja "iscas artificiais..."). |
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Figura 1 |
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Figura 2 |
Para este tipo de pesca, os melhores giradores também conhecido como destorcedores são os
do tipo <<3xway>> que a figura 1 mostra.
São bastante resistentes e eficazes em manter a linha do chicote (a que leva a isca) sempre em boas condições de pesca.
Junto um alfinete para fixação da chumbada, o que me permite uma troca rápida em caso de necessidade.
Tanto um como outro são fáceis de montar, figura 2 (os meus) e até agora não encontrei em qualquer loja de artigo de pesca no Brasil.
DICA DE NOVOS GIRADORES
Figs, Girador.
- Já existe este tipo de girador duplo de competição Fabricado no Japão, através das mais complexas formas de produção, este girador «3xway» é usado em montagens especiais de competição e na pesca oceânica.
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Figura 1 |
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Figura 2 |
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Figura 3 |
As chumbadas são muito importantes na PESCA COM BORRACHA.
Muitas vezes elas contribuem decisivamente para o sucesso da nossa pescaria.
Imaginemos que o nosso pesqueiro é composto por fundo misto de areia e pedras e que o Robalo, para azar nosso, só se encontra caçando na zona de pedra; se não possuirmos a chumbada indicada, para bater esse local e o fizermos com outra chumbada qualquer, vamos passar o tempo quebrando linha e refazendo chicote.
- A primeira, na Figura 1, pesa cerca de 85 g, tem as formas tubular, revestida com plástico para pesqueiros com fundos com pedras.
- A segunda (Figura 2) pesa cerca de 70 g, é do formato "amêndoa achatada” para pesqueiros com fundos arenosos. Quando o Robalo anda a meia-água também uso ela, bastando, para tal, recuperar com o molinete um pouco mais rápido.
- Em casos extremos, quando a corrente é bastante forte, principalmente na foz dos rios, uso uma chumbada redonda (Figura 3) com o peso entre 90 e 120 g.
DICA DE CHUMBADA
Figura 03
- Transformo uma chumbada especial com furação central, usada para aumentar a profundidade da isca artificial, na pesca de currico em água profunda.
- A minha chumbada preferida, é a de número 3 de 90 g com furação central, figura 3.
- Monto minha chumbada passando um arame de aço inox de 1,20 mm de diâmetro, fazendo uma argola na ponta fina, travada na parte grossa.
- Esse tipo de chumbo “palheta” pode ser adquirido na “ MARIPESCA / SP ”, nas numerações 1, 2 e 3. |
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Acessório de plástico, flutuante, com um certo peso necessário para se poder realizar o lançamento.
- Para esse tipo de pesca existe bóia especial como as bóias de água e os “ BULRAGS ”, figura acima, acessório em plástico maciço de diferentes pesos (30 g, 40 g, 50g g, 60 g), inquebrável, flutuante e por vezes fluorescente, para pesca noturna.
No Brasil temos as bóias da “Moro & Deconto” de 16 g, especiais para iscas leves.
- Tanto as bóias de água como os "bulrags" são acessórios para a pesca de superfície.
- Pessoalmente utilizo minhas bóias de arremesso em “Borracha de EVA” de 40 g, 50 g e 60 g; inquebráveis e sempre prontas para a pesca.
- Como disse, serve para a pesca do Robalo na superfície, sendo insubstituível neste tipo de pesca. |
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As iscas artificiais são fabricadas em plástico, vinil ou silicone, dando a denominação deste fato o nome de "pesca com borracha".
Podem ser da forma de tubo, de 3 tamanhos diferentes, que tentam imitar enguias pequenas ou vermes diversos, conforme mostra a figura abaixo, ou da forma de peixes. |
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São iscas bastante eficazes em qualquer época do ano (são as preferidas) e de preço bastante acessível.
Para que os tubos "trabalhem" da forma mais perfeita possível, tenha atenção o seguite:
I - O anzol utilizado deve ter o formato apropriado, como por exemplo, o Mustad 533E, para dar ao tubo a curvatura em ângulo suave originando os movimentos ondulatórios característico das enguias e vermes.
II - Não faço o anzol sair pelo orifício original de fábrica, mas antes 3 mm ou 4 mm, traspassando a borracha. Desta forma a curvatura do tubo (cerca de 45 graus) mantém-se perfeita durante todos os arremessos.
III - A sua recuperação deve ser feita com pequena velocidade (ver técnicas de pesca).
As cores mais utilizadas são o vermelho, laranja, verde e branco. |
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Este tipo de isca artificial pode ser fabricado por nós a partir de tubos flexíveis, como por exemplo, os antigos pitos das câmaras de ar das bicicletas, ou dos tubos de garrotes, comprados na farmácia! |
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Aqui vai uma dica para tornar este tipo de isca artificial (de pito) bastante mais atrativo:
Se tiver um pequeno "stick" de luz química (star light), para pescar à noite, que costumamos usar nas bóias, para a pesca de espada na pesca noturna, então você vai fazer o seguinte:
1 - Ative, quebrando e estalando o plástico, de 1 ou 2 "stiks" destes e depois corte-os e despeje o seu liquido, para uma pequena saquinho de plástico.
2 - Ponha dentro do saquinho 2 ou 3 destas iscas artificiais e misture-os bem no líquido. Elas se tornam fluorescentes e se pode pescar com as mesmas durante mais de uma hora.
A isca artificial assim preparada é extraordinária para pescar em qualquer água, inclusive à noite.
Veja em "Técnicas de Pesca" a forma como relacionar a cor das iscas com a cor da água.
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Existem diversos tipos e marcas de iscas artificiais flexíveis com o formato de peixes.
A maioria delas só serve para pescar... o pescador!
As mais indicadas são as da marca Norte Americana "Red Gill", as da marca Francesa "Raglou", e algumas de fabricação Nacional.
Uso este tipo de iscas quando noto que o Robalo anda caçando pequenos peixes vivos, como por exemplo, a sardinha.
São iscas fantásticas, em especial as "Raglou".
As cores mais usadas são das cores: os verdes, o vermelho, o prateado, a de cor pérola e o azul.
Costumo ainda utilizar os peixes de fabricação Nacional nos pesqueiros com bastantes pedras.
São mais baratos e dão bons resultados.
As cores mais utilizadas são o vermelho, laranja, verde, e branco.
Veja em "Técnicas de Pesca" a forma como relacionar as cores das iscas com a cor da água
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| Quem pensar que neste tipo de pesca basta lançar e recuperar está muito enganado!
A meu ver trata-se de uma das mais "técnicas". Vou começar pelo "chicote":
Chamo "chicote" ao conjunto formado pelo: girador, chumbada, ou "bóia de arremesso", linha, isca e anzol;
Os giradores que utilizo são duplos, interligados entre si, com alfinete
destacável (ver giradores);
A chumbada pode ser tubular, tipo amêndoa achatada, ou redonda (ver chumbadas); a bóia de arremesso deve ter peso e formato apropriado;
A linha do chicote deve ter cerca de 3,0 m com linha de 0,37 mm e de preferência da marca "Siglon", de cor verde ou transparente; na ponta um reforço de 30 cm de linha 0,50 mm, com girador; a isca artificial pode ser tipo peixe ou tubo e o anzol deve está de acordo com a isca utilizada (ver anzóis).
O objetivo é dar vida à nossa isca dentro da água de forma a provocar o ataque do peixe.
Podemos ter a melhor isca do mundo equipada na nossa vara, mas se não soubermos trabalhá-la dificilmente teremos êxito.
Em contrapartida, um simples tubo de fabricação caseira de custo irrisório, nas mãos de um pescador experiente pode ser terrivelmente eficaz.
Antes de iniciar a pesca, observar as águas atentamente: se estiverem turvas, optar por iscas de cores vivas, como por exemplo, o vermelho e o laranja, mas se estiverem claras e transparentes prefira o verde, o branco, o prateado ou o de cor férula.
Observar se existem quaisquer sinais da presença de pequenos peixes "comedio" na água, um outro exemplo, aves marinhas mergulhando.
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Devemos estar com a máxima concentração possível em toda a ação de pesca.
Efetuar o lançamento para o local desejado, deixar afundar completamente a chumbada.
Recolher um pouco e esticar bem a linha com o auxílio do molinete.
Iniciar a recuperação de forma contínua e lenta alternando com paragens e arranques bruscos.
Pescar desta forma fazendo vários lançamentos e se sentir ferrada anotar se foi durante a fase de recuperação lenta, na paragem ou no arranque, passando a insistir mais no modo como ferrou o peixe.
Se não resultou passar a recuperar contínuo e rápido.
Continua a não dar resultados?
Mudar para a chumbada tipo amêndoa achatada e com várias velocidades de recuperação se consegue "varrer" desde o fundo até a superfície da água.
Continua a não dar resultados ?
Então trocar de isca ou de cor e repetir todo o processo.
Se o pesqueiro tiver com bastante correnteza e forte (foz de um rio, que deságua direto no mar, por exemplo), pescar do tipo "rola", com chumbada redonda (até 120 g), ou seja, deixar correr a chumbada sem recuperar.
Se o pesqueiro tiver ondulação bastante forte, sempre que uma onda passa pelo local onde se encontra a isca, deixar de recuperar pegando "carona" da onda; costuma ser proveitoso.
Quando pescar com Tubos não imprimir grandes velocidades na recuperação para que a linha do chicote se mantenha bem esticada.
Se continuar não dando sinal de peixe, é bom mudar de pesqueiro, repetindo tudo de novo!
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Depois do arremesso efetuado, recuperar de forma intermitente, ou seja, por vezes parar completamente a recuperação, reiniciando após alguns segundos.
Pescando com Bóia de arremesso permite correr toda a superfície do pesqueiro até junto a nós, mesmo em lugares com fundos com pedras.
Muitas vezes a "ferrada" acontece a poucos metros de distância.
Este tipo de pesca é bastante proveitoso, principalmente durante a madrugada, ao anoitecer e às vezes mesmo durante a noite, em especial em noites quentes.
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- Próximo aos Costões do Morro do Maluf, Das Astúrias, Das Galhetas - SP ;
- Próximo às pedras nas Praias: do Tombo, Guaiúba, Enseada – Guarujá – SP;
- Na Costa. Canais, Desembocaduras de rios e Praias de SP;
- Na Costa e Praias do CE;
- Na Costa e Praias do RS;
- Lages e parcéis aflorantes oceânicos.
- Na Costa , Canais , Desembocaduras de rios e Praias do BR; |
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