Informações Importantes sobre o Pantanal |
O Pantanal é um paraíso ecológico no coração do Brasil.
É a maior planície alagada do planeta, e a terceira maior reserva ambiental do mundo.
Sua importância ecológica é imensa, pois abriga um dos mais ricos ecossistemas já encontrado até hoje, com florestas estacionais periodicamente alagadas.
Apresenta a maior concentração de fauna do neotrópico, incluindo várias espécies ameaçadas de extinção – entre mamíferos, répteis e peixes -, além de servir como habitat para uma enorme variedade de aves, tanto nativas como provenientes de outras áreas das Américas.
A abundância de animais faz da região do Pantanal um dos lugares mais propícios do Brasil para observação da flora, fauna e para a prática da pesca – permitida somente entre março e outubro.
A área total é de 230 mil quilômetros quadrados, abrangendo 12 municípios dos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Ao Norte, estão as serras dos Paracis, Azul e do Roncador.
A Leste, a Serra de Maracaju.
Ao Sul, a Serra da Bodoquena.
E, a Oeste, os charcos paraguaio e boliviano.
O Pantanal mato-grossense é tão diverso que foi subdividido, por pesquisadores, em sub-regiões.
Cada “Pantanal” – Norte e Sul – tem características naturais próprias e, conseqüentemente, atividades e épocas ideais para visitação.
Em toda a região sempre há muito que se ver e apreciar.
No Pantanal Sul, o destaque fica por conta da Estrada Parque do Pantanal. São 117 km em estrada de terra e 87 pontes de madeira – muitas delas em estado precário –, que ligam Corumbá ao Buraco das Piranhas.
Se o passeio for feito de carro, é possível observar inúmeros animais selvagens durante o percurso, como jacarés, capivaras, araras, tuiuiús, carcarás, veados e sucuris.
Eles ficam em torno das baías e dos canais que levam a água dos brejos aos rios.
Depois disso chega-se a Porto Manga, onde os veículos atravessam o Rio Miranda (é preferível que sejam caminhonetes ou jipes, mais apropriados para estradas com buracos, bancos de areia e ondulações).
Do outro lado há algumas pousadas à margem do rio, e algumas delas dedicam-se a programas de pesca.
A melhor época para visitação é de maio a setembro, quando chove menos.
Nos meses de março a abril, quando as águas começam a baixar, a observação da fauna torna-se melhor.
Na época das chuvas, entre outubro e fevereiro, é grande a quantidade de mosquitos, o calor é intenso e a Rodovia Transpantaneira fica praticamente intransitável.
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| Corumbá |
Porto fluvial localizado à margem direita do rio Paraguai, na fronteira com a Bolívia, é uma das maiores cidades do Estado do Mato Grosso do Sul e um dos principais pontos de partida para o Pantanal.
Fica a 435 km de Campo Grande, capital do Estado. Seu nome vem do tupi-guarani e significa “lugar distante”.
Corumbá fica no extremo Oeste do Brasil e, durante muito tempo, foi acessada quase que exclusivamente pelo rio Paraguai.
Hoje, pode-se chegar até lá de carro, ônibus, trem, avião e, obviamente, de barco.
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| Aquidauana |
Localizada no Pantanal Sul, Aquidauana é um autêntico paraíso povoado por exuberantes espécies da fauna e flora que se espalham por uma imensa planície inundável, formada por baías, colinas, cordilheiras, vazantes e corixos.
É um dos portões de entrada para o lado Sul do Parque Nacional do Pantanal e tem localização privilegiada na região da Serra de Piraputanga.
No século XVI, os espanhóis fundaram o povoado de Xaraés, que deu origem à cidade, às margens do Rio Aquidauana.
Os índios da região chamam a planície local de Mar de Xaraés.
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| Miranda |
Miranda é considerada o Portal do Pantanal Sul, visto que a grande planície alagadiça começa praticamente dentro da cidade.
Desde a sua entrada, o turista já encontra uma flora tipicamente pantaneira nos dois lados da rodovia - assim como várias espécies da fauna, com destaque para as aves.
E aí começam os atrativos colocados à disposição dos turistas, como áreas de camping, hotéis, pesqueiros, entre outros.
O município de Miranda pertence à Bacia do Paraguai. Os principais cursos d'água do município são os rios Miranda, Salobra e Agachi.
O encontro das águas cristalinas do Rio Salobra com as águas turvas do Rio Miranda é um atrativo que o turista não pode deixar de conhecer.
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| Informação Básica - Clima |
No Pantanal, a estação da seca acontece entre maio e setembro, e vem acompanhada do frio - a temperatura média fica em torno dos 21ºC.
De outubro a fevereiro começam as chuvas e o calor – além dos mosquitos –, e a temperatura média fica na casa dos 32ºC.
A estação intermediária – a melhor para visitação - é bem equilibrada, com pouca chuva e boas condições para observação da fauna.
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| Período de Piracema |
É o período de defesa dos peixes nos rios do Estado do Mato Grosso do Sul.
Estende-se de novembro a janeiro.
Nas áreas de reserva de recursos pesqueiros, a proibição da pesca se estende até fevereiro.
Hospedagem / Restaurantes
Em Miranda - Portal do Pantanal Sul -, há desde pequenas pousadas a grandes fazendas e hotéis de ecoturismo.
Na área gastronômica, os menus são tomados pelo que há em abundância na região: os peixes de água doce, ricamente preparados e servidos.
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Veja mais em : http://www.miranda.ms.gov.br
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| Serviços : |
- Corumbá:
Sematur – Informações turísticas: +55 (67) 231-7336
Rodoviária: +55 (67) 231-2033
Aeroporto: +55 (67) 231-3322
- Aquidauana:
Rodoviária: +55 (67) 241-2501
Agências bancárias: Banco do Brasil, Bradesco, CEF, HSBC e Itaú
Hospitais Regional: +55 (67) 241-3636
- Miranda:
Rodoviária: +55 (67) 242-1409
Agências bancárias – Banco do Brasil, Bradesco e HSBC
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| Links Relacionados |
http://www.pantanalms.tur.br/index2.htm
http://www.portaldopantanal.com.br/
http://www.sescpantanal.com.br/
http://www.mercedessanchez.com.br/pantanal/madeinpantanal_receitas.htm
http://www.parqueregionaldopantanal.org.br/territorio/homem.php
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| Atrações Rio São Lourenço |
No coração da região pantaneira, o rio tem pacus, pintados e cacharas.
A pesca dos dourados com isca artificial é muito produtiva, principalmente nas galhadas.
Convém contratar um guia que conheça bem os pontos menos freqüentados.
A melhor época para a pesca é de julho a novembro.
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| Rio Paraguai |
A espinha dorsal do Pantanal é o Rio Paraguai, que corta a região de norte a sul e recebe as águas dos rios Miranda, Aquidauana, Taquari e Cuiabá.
De outubro a abril, as cheias fazem surgir enormes lagos, baías, braços de rio e corixos - canais de escoamento.
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Sem sombra de dúvidas este é o "objeto de desejo" da grande maioria dos pescadores que se dirigem ao Pantanal. |
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A sua fama de "brigão" é plenamente justificada ao ser fisgado.
Saltos "ornamentais" dignos de um verdadeiro "atleta dos rios" dão ao pescador momentos indescritíveis de adrenalina. |
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A sua pesca torna-se muito mais produtiva (até mesmo mais fácil) na época em que o Pantanal começa a vazar pois, o Dourado e seu cardume atacam os cardumes de pequenos peixes que estão em migração, fugindo da vazante e dirigindo-se para os leitos dos rios.
O espetáculo pode ser claramente notado pois o alvoroço é grande. |
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Caso o rio esteja com o nível baixo o ideal é procurar pelo Dourado nas corredeiras do rio. |
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Descrição |
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Peixes de escamas.
S. brasiliensis e S. maxillosus são bastante semelhantes, sendo que o primeiro, além de ser maior, apresenta uma coloração dourada com reflexos avermelhados, enquanto o segundo é dourado com as nadadeiras alaranjadas.
Cada escama apresenta um filete negro no meio, formando riscas longitudinais da cabeça à cauda, do dorso até abaixo da linha lateral.
Podem alcançar mais de 1 metro de comprimento total e 25 kilos, mas exemplares desse porte são raros.
S. maxillosus é o maior peixe de escama da bacia do Prata, conhecido como o rei do rio.
Espécies piscívoras, predadores vorazes, alimentam-se de pequenos peixes nas corredeiras e na boca das lagoas, principalmente durante a vazante quando os outros peixes migram para o canal principal.
Nadam em cardumes nas correntezas dos rios e afluentes e realizam longas migrações reprodutivas.
Têm grande importância comercial e esportiva.
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Técnicas de Pesca |
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Para se pescar Dourados deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada.
Linhas de ótima resistência e empates de arame ou de aço.
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Dica |
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Quando fisgados, esses peixes costumam dar saltos espetaculares fora da água.
Nesse momento, o pescador não pode bambear a linha, porque como a boca do dourado é difícil de ser perfurada, muitas vezes o peixe consegue "cuspir" a isca.
Os melhores locais de pesca são as águas rápidas, corredeiras e cachoeiras, assim como as margens de barranco, onde se pratica o corrico com isca artificial.
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Equipamento |
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Varas de ação média a pesada com linhas de 17, 20, 25 e 30 libras.
É indispensável o uso de empate de arame ou de cabo de aço encapado com no mínimo 30 cm de comprimento.
Os anzóis mais usados são os de n° 5/0 a 8/0.
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Com um encastoado e um anzol de tamanho 8/0, utilizando-se um pequeno peixe da região como isca (de preferência vivo) procede-se arremessando em locais de águas rápidas : corredeiras em saídas de poços, bocas de lagoas, etc.
As melhores são : tuviras (morenitas), sauás, piaus e jejus.
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Considerada uma das mais emocionantes modalidades de pesca, a pesca com iscas artificiais tem particularidades que só com a prática podem ser descobertas, porém algumas podem ser logo observadas.
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Melhor Época |
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Pode ser pescado de fevereiro a outubro, sendo melhor a época em que o rio está baixando, fazendo com que pequenos peixes que estavam presos nas lagoas saiam, promovendo assim, um "banquete".
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Tamanho Mínimo |
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Pantanal = 55 cm.
Rio São Francisco = 60 cm.
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Descrição |
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Peixe de couro; corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada.
A coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, e esbranquiçada abaixo da linha lateral.
Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas, pretas e arredondadas ou ovaladas, espalhadas ao longo do corpo, acima e abaixo da linha lateral.
Espécie de grande porte, pode alcançar mais de 1 metro de comprimento total.
Espécie piscívora.
Ocorre em vários tipos de hábitats como lagos, praias e canal dos rios.
Realiza migrações de desova.
É importante na pesca comercial e esportiva.
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Técnicas de Pesca |
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Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada para pesada, pois este peixe pode alcançar até 80 kilos, apesar de exemplares como este serem muito difíceis de serem capturados hoje em dia, pois a pesca predatória é muito grande.
A vara deve ser para linhas de 15 a 45 libras, a carretilha ou o molinete deve armazenar 100 metros de linha de 0,50 mm de diâmetro e os anzóis devem ser encastoados de tamanho 7/0 a 10/0.
Deve-se utilizar chumbada que possa correr na linha, tendo seu peso variando com a profundidade do pesqueiro e a correnteza.
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Dica |
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Quando estiver em um determinado local do rio, teste todas as possibilidades, pois pode ocorrer de não se estar pegando nada em uma curva, porém, na mesma curva do outro lado do rio pode haver um grande cardume passando desapercebido.
Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados por causa dos espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais.
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Equipamento |
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Vara deve ser para linhas de 15 a 45 libras.
Carretilha ou o molinete deve armazenar 100 metros de linha de 0,50 mm de diâmetro, com chumbada de correr.
Anzóis devem ser encastoados de tamanho 7/0 a 10/0.
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Iscas |
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Com iscas naturais, pode-se pescar na rodada ou ancorado, sendo que as melhores iscas são : tuvira (morenita), cascudinho, jeju, lambaris, piaus, muçum, sarapós, minhocuçu, curimbatás e pedaços de peixe.
Com iscas artificiais, pode-se pescar no arremesso ou no corrico sendo esta última a melhor opção.
As melhores iscas serão as de profundidade com tamanho variando entre 20 e 30 cm de comprimento.
Também pode ser capturado com iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
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Melhor Época |
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Pode ser pescado durante todo o ano, respeitando-se, é claro, a época da Piracema (reprodução dos peixes), devendo-se evitar as épocas de frio.
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Tamanho Mínimo |
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80 cm.
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Descrição |
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Peixe de couro; piscívora, corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada.
A coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, sendo branca abaixo da linha lateral.
Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas : faixas verticais pretas irregulares, começando na região dorsal e se estendendo até abaixo da linha lateral.
Com preferência para peixes de escamas, mas, em algumas regiões, camarão também é um item importante na dieta.
Às vezes, apresenta algumas manchas arredondadas ou alongadas no final das faixas.
Espécie de grande porte, pode alcançar mais de 1 metro de comprimento total.
Realiza migração reprodutiva rio acima a partir do início da enchente.
Peixe muito importante na pesca comercial e esportiva.
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Técnicas de Pesca |
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Deve-se utilizar equipamento médio/pesado, pois este peixe pode alcançar 1,20 metros de comprimento e pesar até 20 kilos.
Procede-se parando-se o barco a aproximadamente 20 metros do local em que se quer arremessar.
Após tocar o fundo, deve-se manter a linha esticada, ficando à espera de pequenos toques que serão seguido de uma corrida longa.
Quando a vara abaixar com a corrida do peixe, fisgue vigorosamente duas vezes para que o anzol fixe bem.
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Dica |
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Tome cuidado redobrado com os ferrões laterais e nadadeiras peitorais, pois estes podem causar graves ferimentos no pescador ao menor descuido.
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Equipamento |
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O equipamento do tipo médio/pesado, já que é um peixe de grande porte.
Deve-se utilizar uma vara para linhas de 10 a 30 libras.
Carretilha ou o molinete deve comportar 100 metros de linha de 0,50 mm de diâmetro, sendo que na ponta da linha deve-se usar um empate ou encastoado.
Anzóis com tamanho variando de 6/0 a 10/0.
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Iscas |
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É capturado principalmente com iscas naturais de peixes da região em que se está pescando, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás e minhocuçu.
Também podem ser utilizadas iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
Pode-se também pescar com iscas artificiais que trabalham bem rente ao fundo, utilizando-se o mesmo equipamento das iscas naturais.
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Melhor Época |
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Pode ser capturado de fevereiro à outubro, sendo melhor as épocas de seca.
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Tamanho Mínimo |
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80 cm.
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Descrição |
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Peixe de escamas; corpo romboidal e comprimido.
A coloração é uniforme, castanho ou cinza escuro; o ventre é mais claro, amarelado quando o peixe está vivo.
Os dentes são molariformes.
Alcança cerca de 50 cm de comprimento total.
Espécie onívora, com tendência a herbívora : alimenta-se de frutos/sementes, folhas, algas e, mais raramente, peixes, crustáceos e moluscos.
É considerado um dos peixes mais esportivos do Pantanal, e também é muito importante comercialmente.
No Brasil existem mais de trinta espécies de pacu, sendo que pode ser encontrado em quase todo o território nacional.
Porém, é mais pescado no Pantanal Mato-grossense.
Freqüenta rios e lagoas nas épocas de cheia, onde come quase de tudo, vegetais, frutas, peixes, etc. sendo, por isso, apelidado de "lixeiro dos rios".
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Técnicas de Pesca |
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O Pacu pode ser pescado
de duas maneiras:
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Na Batida |
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Com o barco na rodada próximo a um barranco com árvores frutíferas, utilizando-se um varejão de aproximadamente 4 metros de comprimento, linha de 0,50 mm de diâmetro do comprimento da vara e um anzol encastoado de haste curta, tamanho de 3/0 a 6/0, procede-se batendo com a isca (fruta, coquinho ou bola de massa) 2 ou 3 vezes seguidas deixando a isca afundar até que o pacu a ataque.
Fisgue com bastante força para que o anzol fixe na boca dura do peixe.
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No Arremesso |
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Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada composto por uma vara para linhas de 10 a 25 libras, anzol encastoado de haste curta de número 3/0 a 6/0 e chumbada que possa correr pela linha.
Com o barco amarrado próximo ao barranco, arremessa-se a isca de modo que ao afundar ela fique em locais como : debaixo de camalotes, barrancos com árvores frutíferas, etc.
As melhores iscas são as que possuem gosto azedo : caranguejo, filé de peixe amanhecido e frutas da região.
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Dica |
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Tanto na batida como no arremesso, deve-se fazer o máximo de silêncio, pois ao menor barulho os pacus somem.
Portanto, utilize bóia e chumbo pequenos para não espantar o "danado".
Normalmente a pesca é embarcada, porque é necessário chegar aos lugares onde o peixe vive.
Recomenda-se amarrar o barco nas galhadas e o pescador precisa ser bastante paciente e esperar o peixe acomodar a isca na boca, caso contrário errará a fisgada, deixando-o escapar.
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Equipamento |
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Vara de ação média/pesada composto por uma vara para linhas de 10 a 25 libras.
Anzol encastoado de haste curta de número 3/0 a 6/0.
Chumbada que possa correr pela linha.
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Iscas |
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Somente iscas naturais, como tucum, laranjinha-de-pacu, pedaços de jenipapo, caranguejo, minhocuçu, filé de curimbatá azedo e bolinhas de massa de farinha de mandioca, minhocas, coração e fígado de frango e de boi.
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Melhor Época |
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Como no verão o Pantanal está fechado para pesca, os melhores meses serão os de março e abril, pois o nível das águas deverá estar alto e ainda deverão existir árvores derrubando frutas na água, local onde haverá maior concentração de pacus.
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Tamanho Mínimo |
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40 cm.
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Descrição |
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Peixes de escamas; corpo alongado e um pouco comprimido.
Logo após retirados da água a cor é amarelada, a nadadeira caudal é vermelha, com uma faixa preta que começa no pedúnculo caudal e chega até os raios centrais da nadadeira caudal.
As demais nadadeiras são alaranjadas.
As escamas do dorso são claras no centro, com as bordas escuras.
Apresentam uma mancha umeral escura e arredondada.
Alcançam cerca de 50 cm de comprimento total e 2 ½ kilos; indivíduos acima desse peso são raros.
Tradicionalmente, a piraputanga da Bacia do Prata tem sido identificada como brycon hilarii, mas esse nome aplica-se apenas à espécie do rio São Francisco.
Espécies onívoras, alimentam-se de peixes, frutos e sementes.
Vivem em locais de corredeiras e nos remansos, embaixo de árvores frutíferas e próximos às plantas aquáticas.
Têm importância comercial e esportiva.
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Técnicas de Pesca |
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O equipamento deve ser de ação leve ou média/leve, composto por uma vara para linhas de 8 a 14 libras, carretilha ou molinete que comporte até 100 metros de linha de 0,30 mm de diâmetro.
Deve-se utilizar anzóis número 12 a 16 e pouco chumbo, pois se concentram à meia água.
As iscas naturais mais utilizadas são: frutas da região, peixes pequeninos , vísceras de peixe e milho verde cozido.
Caso se queira pescar com iscas artificiais, deve-se utilizar pequenos plugs de superfície, meia água e spinners.
Também pode-se pescar com varas de bambu ou telescópicas, linha de 0,30 mm de diâmetro com o mesmo comprimento da vara e anzóis de número 12.
Pode-se utilizar bóia ou não, dependendo da profundidade em que se quer pescar.
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Dica |
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Os melhores locais para pesca são as pequenas correntezas, as beiras com árvores frutíferas e perto de plantas aquáticas.
Mantenha a embreagem do seu molinete ou carretilha bem regulada pois, quando fisgada, a Piraputanga dá fortes corridas que podem comprometer a linha.
Quanto mais fina for a linha, mais esportiva estará sendo a pescaria.
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Equipamento |
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As varas utilizadas devem ser de ação leve ou leve/média de 6 a 12 libras.
Os anzóis são pequenos 12 a 16 e o chumbo deve ser leve, pois são espécies de meia água.
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Iscas |
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Pode-se usar iscas naturais, frutas da região, peixes pequeninos, vísceras de peixe e milho verde cozido, que compõem a dieta destes peixes.
Iscas artificiais, deve-se utilizar pequenos plugs de superfície, meia água e spinners.
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Melhor Época |
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Podem ser capturadas durante toda a temporada de pesca no Pantanal, que vai de fevereiro a outubro.
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Tamanho Mínimo |
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Tamanho mínimo para captura 30 cm.
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Descrição |
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Peixe de couro; grande porte, pode alcançar mais de 1 ½ metro de comprimento total e 100 kilos.
O corpo é grosso e curto; a cabeça grande e achatada.
A coloração varia do pardo esverdeado claro a escuro no dorso, mas o ventre é branco; indivíduos jovens apresentam pintas claras espalhadas pelo dorso.
Espécie piscívora.
Vive no canal do rio, principalmente nos poços das cachoeiras, para onde vai no período de água baixa acompanhando os cardumes de characidae (especialmente curimbatá) que migram rio acima.
Na Amazônia não é importante comercialmente, a carne é considerada "remosa", mas é apreciado no Sudeste do Brasil.
A pressão de pesca pelos frigoríficos que exportam filé de Jaú é muito grande e tem sido responsável pela queda da captura da espécie na Amazônia.
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Técnicas de Pesca |
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Deve-se utilizar equipamento de ação pesada, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 150 metros de linha e anzóis encastoados.
Ancorando o barco um pouco acima do poço, procede-se arremessando-se a isca de forma que esta permaneça bem colada ao fundo, sendo necessária a utilização de chumbada de até 1 kilo.
Quando fisgado, este peixe pode tomar muitos metros de linha, pois além de forte ele é ajudado pela correnteza.
Por isso, o pescador deve ter paciência ao brigar com o peixe, pois para que a linha não arrebente, é necessário as vezes mais de uma hora de briga.
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Dica |
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Esta espécie é capturada nos poços logo abaixo das corredeiras, principalmente à noite.
É muito importante que a isca fique no fundo.
Se ao começar a pescaria, alguns armaus forem capturados, não desanime, pois o armau é o principal alimento do Jaú, sinalizando que ele está por perto e, com certeza, logo irá se "apresentar".
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Equipamento |
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Varas de ação pesada.
Linhas de 30 a 50 lb.
Anzóis encastoados n° 10/0 a 14/0.
Deve-se usar chumbo tipo oliva, com peso de 300 a 1.000 gramas, dependendo da profundidade e força da água.
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Iscas |
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Somente iscas naturais.
Pequenos peixes de escama, tuvira, muçum e, também, minhocuçu.
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Melhor Época |
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Pode ser capturado durante todo o ano.
Este peixe sente pouco as adversidades climáticas.
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Tamanho Mínimo |
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90 cm.
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Descrição |
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Peixe de couro.
As características mais marcantes são os barbilhões longos e achatados, daí o nome vulgar, e a nadadeira adiposa muito longa, começando logo após a nadadeira dorsal.
A coloração é cinza a castanho no dorso e flancos, clareando na região ventral.
Logo ao ser retirado da água pode apresentar uma coloração esverdeada no dorso.
Inclui vários itens alimentares em sua dieta, mas costuma ser um piscívoro bastante voraz quando ataca peixes presos nas redes.
Alcança cerca de 80 cm de comprimento total e pode chegar a 12 kilos, mas o peso médio varia de 3 a 5 kilos.
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Dica |
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É um peixe que briga muito.
Deve ser colocado no gelo logo após capturado pois estraga facilmente.
Atenção redobrada ao retirar o anzol do peixe para não se ferir.
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Equipamento |
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O equipamento é do tipo médio/pesado, montado com chumbo, para manter a isca no fundo.
As linhas mais apropriadas são de 17, 20 e 25 libras e os anzóis de nº 4/0 a 8/0.
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Iscas |
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Inclui vários itens alimentares em sua dieta, mas costuma ser um piscívoro bastante voraz quando ataca peixes presos nas redes.
Este peixe é capturado com iscas naturais, como peixes inteiros ou em pedaços e minhocuçu.
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Melhor Época |
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No rio Madeira, na Cachoeira do Teotônio, cardumes de barba-chata aparecem em novembro/dezembro.
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Tamanho Mínimo |
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Não informado.
Fica o bom senso do pescador como regra de tamanho.
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